Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

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Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Alexandre Pinto: Confirmado!

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Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

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Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

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Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

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Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

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Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que ela exige do ponto de vista do fotógrafo?

Pela mesma razão que a torna interessante (as pessoas não deixarem de dançar) torna-se difícil captar os momentos e as expressões certas. O objetivo é sempre agradar aos sujeitos das nossas fotografias e, para isso, eles têm ficar bonitos nas fotos. Mas o gosto é sempre muito subjectivo, por isso o verdadeiro desafio é tentar compreender como agradar alguém que não conheces, nunca falaste, e tentar fazer da melhor forma para que ela também goste do teu trabalho.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

O que torna a Madeira um lugar especial?

Quando dizem que a Madeira é um jardim, eu digo que é um quintal, mas não é um quintal qualquer, é um daqueles infinitos, onde basta sair a rua e ao virar de cada esquina há algo novo para desfrutar, aprender, absorver. A nossa natureza é igualmente infinita, e a menos de uma hora de distância de qualquer casa em qualquer parte da ilha, conseguimos estar embrenhados na natureza, seja no mar, na floresta, o que for. Ao mesmo tempo, temos a oferta e qualidade de vida igual ou superior a qualquer capital europeia. Já tive a oportunidade de viajar por alguns sítios e continuo com a impressão que a nossa ilha é algo de único e de que a maior parte de nós não sabe tirar partido.

Qual o cenário natural da Madeira onde gostarias de ver dançar Kizomba?

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qualquer lugar deveria ser bom para expressar-se, deveria ser onde houvesse vontade e disposição, no entanto, dos cenários naturais, se calhar algum lugar recôndito, onde ninguém se imaginasse a dançar o que fosse. Talvez as Desertas, ou as Selvagens – ainda contam como a Madeira? Mais perto, sempre achei mágica, quase artística por si só, a zona do Fanal e a expressão corporal da Kizomba, ou de qualquer arte, entra sempre em sintonia com aquela zona. Penso que seria algo de interessante.

Com quem gostarias de dançar a tua primeira Kizomba?

Alexandre Pinto Fotógrafo - Kizomba Island Festival - Madeira

 

Com alguém que fosse especial para mim, que de alguma forma me conseguisse conectar. Mais do que apenas uma dança, seria algo mais especial que ficaria na memória para sempre…

 

 

 

 

 

— Todas as fotos © Alexandre Pinto. Direitos reservados.

INFORMAÇÕES

Para informações sobre o Kizomba Island Festival 2014, por favor, consulte os links abaixo ou contacte-nos, por email – [email protected] – ou telemóvel – 962809493.

— The Latin Room? Vamos dançar?

Alexandre Pinto: Confirmado!

Alexandre Pinto é o fotógrafo oficial do Kizomba Island Festival.

Conversámos com o fotógrafo acerca da sua experiência e da forma como olha a dança e a Kizomba. Aqui fica, das suas próprias palavras, um retrato do fantástico Alexandre Pinto!

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Nome, Idade e Profissão

Alexandre Pinto, 29. Fotógrafo, designer, social media manager.

Como acompanhas este fenómeno da Kizomba?

Não tanto quanto gostaria, pois o trabalho ocupa-me a maior parte do tempo. É algo que gostaria mesmo de aprender a dançar, mas admito ter um pouco o síndrome do pé de chumbo, e por isso gostava de curá-lo. Acompanho a página do The Latin Room e tudo o que fazem, e sempre que me convidarem para acompanhar fotograficamente, também estarei sem dúvida disponível. Todo o profissionalismo e dedicação da equipa é algo que me fascina.

Fotografar o primeiro workshop de Kizomba mudou o teu olhar sobre esta dança?

Sempre tive algum deslumbre pela dança em geral, e ainda mais a Kizomba que é algo de novo na nossa região. Já tive anteriormente alguma proximidade com danças africanas por ter vivido fora da Madeira mas, na realidade, foi fotografar o primeiro workshop [Kizomba Island Weekend, em Junho passado] que me deu outra abertura e desfez qualquer estigma que pudesse haver e que me mostrou que nem toda a música tem de ser má e nem todas as letras objectificam as mulheres. Um preconceito que talvez seja natural porque é isso que a maioria do público, infelizmente, consome – mais que tudo por ignorância.

Alexandre Pinto Fotografo - Kizomba Island Festival - Madeira

Qual a particularidade da fotografia de dança?

A particularidade, e sem duvida é uma boa, é que as pessoas não param o que estão a fazer, dançar neste caso, para tirar uma foto. Isto deixa-nos fazer um retrato mais preciso daquilo que está a acontecer, o que significa uma boa reportagem, e não fotografia social como se vê em todo o lado.